Miguel Macedo inicia hoje reuniões com sindicatos da PSP sobre novo estatuto

Miguel Macedo inicia hoje reuniões com sindicatos da PSP sobre novo estatuto

 

Lusa/AO Online   Nacional   29 de Jul de 2014, 10:29

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, inicia hoje uma ronda de reuniões com os sindicados da polícia para discutir as alterações ao estatuto profissional da PSP, no qual se inclui os suplementos remuneratórios.

Miguel Macedo vai reunir-se hoje com os representantes do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP), Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Sindicato Nacional de Oficiais da Polícia (SNOP) e Sindicato Nacional da Carreira de Chefes (SNCC-PSP).

Os restantes cinco sindicatos vão ser recebidos pelo ministro da Administração Interna entre quarta e sexta-feira.

Em cima da mesa vão estar as alterações ao estatuto profissional da Polícia de Segurança Pública, documento que, segundo o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, tem que entrar em vigor em janeiro de 2015 e compreende questões relacionadas com a tabela remuneratória, suplementos remuneratórios, progressão na carreira e avaliação.

Paulo Rodrigues disse à agência Lusa que a ASPP está disponível para discutir o atual modelo de reorganização dos suplementos remuneratórios, mas não concorda que os valores sejam reduzidos.

“Não estamos disponíveis para discutir um novo modelo que passe pela redução dos atuais valores dos suplementos. Nunca poderá resultar numa diminuição, uma vez que os suplementos são atribuídos de acordo com a função que cada polícia exerce”, avisou.

Na PSP, existem 11 suplementos remuneratórios que dependem dos serviços que os polícias desempenham.

O presidente do sindicato mais representativo da PSP colocou ainda uma exigência para a aceitar o novo estatuto, que todos os polícias sejam colocados nas posições remuneratórias estabelecidas pelo atual estatuto profissional, em vigor desde 2010.

Segundo Paulo Rodrigues, cerca de 3.000 polícias ainda não estão colocados nas tabelas remuneratórias.

“Só faz sentido entrar em vigor o novo estatuto, quando todo o efetivo seja abrangido pelo estatuto que entrou em vigor em 2010”, sustentou, acrescentando que este problema tem que ficar resolvido até dezembro.

 


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