Microsoft substitui Messenger por Skype até primeiro trimestre de 2013

Microsoft substitui Messenger por Skype até primeiro trimestre de 2013

 

Lusa/AO online   Economia   7 de Nov de 2012, 14:18

A Microsoft anunciou que cessa as aplicações do Messenger a nível mundial, exceto para a China, e aconselhou todos os utilizadores daquele serviço a descarregarem o Skype, com a transição a decorrer até março de 2013.

Numa publicação no blogue do Windows Live Messenger, sob o título “O próximo capítulo” para a rede do Messenger, o gestor do serviço, Brian Hall, disse que “muito mudou para as mensagens instantâneas e para o Messenger” nos últimos anos, referindo-se à forma como as pessoas passaram a utilizar redes como o Facebook e o Twitter.

“Hoje, anunciámos que estamos agora a encorajar todos os utilizadores de Messenger a atualizarem-se ao descarregar a última versão do Skype. Nos meses vindouros, vamos retirar as aplicações do Messenger para todas as regiões mundiais exceto para a China continental”, escreveu o gestor da aplicação.

Noutro blogue, o presidente da divisão do Skype, Tony Bates, adiantou que o Messenger e a aplicação de comunicações telefónicas estão a “juntar-se” e que daqui em diante “milhões de utilizadores do Messenger serão capazes de falar com os seus amigos no Skype”.

“O nosso objetivo continua a ser fornecer a melhor experiência de comunicação a todos, em todo o lado. Queremos focar os nossos esforços em fazer com que as coisas sejam mais simples para os nossos utilizadores, enquanto melhoramos a experiência geral. Vamos retirar o Messenger em todos os países no primeiro trimestre de 2013 (exceto na China continental)”, esclareceu Tony Bates.

De acordo com Brian Hall, a Microsoft acredita que “o Skype providencia uma melhor experiência e uma rede ainda mais forte”, acrescentando que também está planeada uma maior interação com o serviço de ‘e-mail’ Outlook.

A Microsoft adquiriu em maio de 2011 a empresa que detinha o Skype, um serviço de comunicação textual e telefónica ‘online’, por 5,9 mil milhões de euros.

Já em agosto deste ano, a Microsoft anunciou que ia converter o serviço de correio eletrónico Hotmail num novo e redesenhado Outlook, deixando de fornecer as direções @hotmail.com num processo que irá terminar progressivamente com aquele domínio.


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