"Noite Branca"

Medidas de coacção poderão ser conhecidas ao final da manhã


 

Lusa/Ao online   Nacional   19 de Dez de 2007, 08:03

As medidas de coacção para o grupo de cinco arguidos da operação "Noite Branca" que ainda se encontram detidos poderão ser ainda conhecidas no final da manhã de hoje, disse à Lusa fonte ligada ao processo.
    O advogado Luís Vaz Teixeira, que defende o principal arguido no processo, Bruno "Pidá" Pinto, e mais cinco dos onze detidos no âmbito desta operação admitiu que as medidas de coacção possam ser conhecidas ao final da manhã.

    No entanto, outras fontes indicam que o mais provável é que a divulgação se verifique ao princípio da tarde.

    Bruno Pinto (Pidá), o alegado líder do gangue da Ribeira, é um dos cinco arguidos que ainda a guarda a fixação das medidas de coacção.

    O alegado líder do denominado gangue da Ribeira foi ouvido terça-feira, durante três horas, pela juíza Anabela Tenreiro do 1º Juízo do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, tendo negado os crimes que lhe são imputados.

    Pidá está indiciado por dois homicídios consumados (do empresário Aurélio Palha e do segurança Ilídio Correia) e nove tentados.

    Além de Bruno Pidá, conhecem hoje as medidas de coação para Mauro Santos, tido por seu braço-direito, Sandro Onofre, Fernando Martins "Beckham" e Ângelo Miguel.

    Entre os arguidos que terça-feira saíram do TIC sujeitos às medidas de coacção mínimas - termo de identidade e residência ou apresentação quinzenal às autoridades - conta-se João Gonçalves, suspeito de ter cedido uma carrinha usada no homicídio do empresário Aurélio Palha, a 27 de Agosto.

    Paulo Aleixo, indiciado de envolvimento em associação terrorista e posse de arma, também saiu em liberdade, tal como José Marques Silva, Fábio Barbosa, Pedro Guerra e Fernando Cavadosa.
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