Mão Morta e Lulu Blind com edições especiais para o Record Store Day

Mão Morta e Lulu Blind com edições especiais para o Record Store Day

 

Lusa/AO online   Cultura e Social   6 de Fev de 2018, 14:35

Os álbuns de estreia dos Mão Morta e dos Lulu Blind vão ser reeditados, em edições comemorativas, à boleia das celebrações do Record Store Day, a 21 de abril, revelou esta terça-feira à Lusa a Rastilho Records.

De acordo com a Rastilho Records, dos Mão Morta será reeditado o primeiro registo, homónimo, que o grupo de lançou no verão de 1988 pela Ama Romanta, e que incluía temas como "E se depois" e "Oub'la".

Na altura, além de Adolfo Luxúria Canibal e Miguel Pedro - que permanecem até hoje -, os Mão Morta integravam Carlos Fortes, Joaquim Pinto e Zé dos Eclipses, que já não fazem parte do grupo.

Na biografia oficial na Internet, os Mão Morta recordam que, em 1988, vivam um momento de culto, conquistado pouco antes pelas "performances e carisma de Adolfo Luxúria Canibal". Na altura, o grupo assegurou a primeira parte de concertos de nomes como Nick Cave & The Bad Seeds, Wire e Jesus & Mary Chain.

Ao longo de 2018, numa altura em que os Mão Morta preparam um novo disco, a Rastilho Records planeia ainda reeditar os álbuns "Corações Felpudos" (1990) e "O.D., rainha do rock & crawl" (1991).

Para o Record Store Day, a editora assinalará ainda os 25 anos de "Dread", primeiro álbum dos Lulu Blind, grupo rock que durou cerca de uma década e do qual fizeram parte nomes como Tó Trips, Pedro Filete, Jorge So What e Samuel Palitos.

Produzido por Zé Pedro, guitarrista dos Xutos & Pontapés, "Dread" é "um disco cru, inocente e visceral que retrata fielmente os primeiros anos de uma banda em ascensão", escreve a Rastilho.

No ano em que editaram "Dread", os Lulu Blind andaram em digressão como banda de suporte dos Xutos & Pontapés. Antes de se separarem, em 2001, ainda editaram "Blast" (1995) e "Fogoe de ti" (2001).

O Record Store Day é uma iniciativa internacional criada em 2007 para celebrar e promover a edição discográfica e as lojas de música independente.

A celebração é feita em vários países com edições discográficas raras e especiais, a maioria em vinil, e com uma maior divulgação de um trabalho de proximidade das pequenas lojas de discos com os consumidores.



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