Mais de 700 litros de óleos abandonados no Pinhal da Paz


 

Luísa Couto   Regional   24 de Jan de 2010, 15:02

Vários  bidões contendo mais de 700 litros de óleos minerais foram abandonados no acesso a norte da Reserva Florestal de Recreio do Pinhal da Paz, provocando a contaminação dos solos da área envolvente

Mais de 300 litros estariam ainda dentro dos recipientes, e os restantes já se encontravam derramados. Uma situação detectada pelos Serviços de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR que, entretanto,  já se havia “alastrado do local da deposição dos bidões até à via de circulação adjacente, a sul”, explica a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), através de um comunicado enviado pelo GaCS.
Em resposta a esta situação, a SRAM faz saber que foi desencadeada, de imediato, uma intervenção de limpeza e descontaminação do espaço afectado, através da contratualização externa de um serviço ao Departamento de Ambiente da empresa Varela & C.ª, Lda. Para além disso, os trabalhos também foram acompanhados no local por uma equipa de Vigilantes da Natureza”.
“Foram efectuados trabalhos de remoção, acondicionamento, transporte e de encaminhamento para destino final adequado dos resíduos em causa”, explica fonte da SRAM, indicando que os custos decorrentes da operação de limpeza em causa deverão ascender a seis mil euros.
 “Os resíduos, por não serem alvo de uma adequada gestão, bem como face à sua acumulação indiscriminada, contínua e não controlada, têm consequências danosas para o ambiente e saúde humana, provocando a poluição dos solos, das águas superficiais ou subterrâneas e da atmosfera, contribuindo para o desenvolvimento e propagação de doenças”, sustenta a secretaria da tutela.
Atendendo à gravidade, o Executivo açoriano adianta que o processo de contra-ordenação será enviado à Inspecção Regional do Ambiente para apuramento dos responsáveis e aplicação das coimas correspondentes, bem como das sanções acessórias previstas na legislação, que incluirão o pagamento dos encargos da operação de limpeza.

Leia esta notícia na íntegra no jornal Açoriano Oriental de Domingo,
Dia 24 de Janeiro de 2010


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