Linhas áereas vão precisar de 558 mil novos pilotos nos próximos 20 anos

Linhas áereas vão precisar de 558 mil novos pilotos nos próximos 20 anos

 

Lusa/AO Online   Economia   21 de Jul de 2015, 07:37

As linhas aéreas comerciais vão precisar de recrutar e treinar 558 mil novos pilotos nos próximos 20 anos, para fazer face ao aumento do número de viagens, segundo uma previsão divulgada hoje pela Boeing.

Cerca de 40 dos novos pilotos comerciais, ou 226 mil, serão necessários na região Ásia Pacífico, refere o relatório.

As necessidades são idênticas para técnicos de manutenção de aviões, para onde vão ser necessários 609 mil técnicos.

Segundo o relatório, outros funcionários vão ser necessários para a construção projetada de 38 mil novos aviões para a frota global, acrescentou o gigante aeroespacial norte-americano.

A Boeing tem 17 campos de formação no mundo.

“O desafio de responder à procura global de profissionais daquele setor não será resolvido por uma única empresa”, afirmou a vice-presidente da Boeing Flight Services, Sherry Carbary.

“Os fabricantes de aeronaves, companhias aéreas, fabricantes de equipamentos de treino, organizações de formação, agências reguladoras e instituições educacionais estão a preparar-se para responder ao aumento da necessidade de treinar e certificar pilotos e técnicos”, acrescentou.

A seguir à Ásia Pacífico, a América do Norte e a Europa são as outras regiões com maior necessidade de novos pilotos nos próximos 20 anos.

Segundo o relatório, tanto a América do Norte, como a Europa, vão precisar de 95 mil novos pilotos.

Para o Médio Oriente vão ser necessários 60 mil novos pilotos, para a América Latina 47 mil, África 18 mil e a Rússia 17 mil, segundo a Boeing.

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