Jerónimo Martins e Sonae sobem na lista de maiores retalhistas do mundo


 

Lusa/AO Online   Economia   13 de Jan de 2015, 06:12

A Jerónimo Martins e a Sonae subiram

A Jerónimo Martins passa para 62.º lugar no relatório Poderes Globais do Retalho de 2015 (Global Powers of Retailing 2015), depois de ter figurado na 67.ª posição no ano passado, constando também da lista dos 50 retalhistas com crescimento mais rápido entre 2008 e 2013 (último ano abrangido pelo documento), na qual se encontra em 45.º lugar.

Por seu lado, a Sonae, que no ano passado havia caído 17 posições, passa para 155.º lugar, depois de ter ficado em 165.º lugar em 2014.

A lista continua a ser encabeçada pela norte-americana Wal-Mart, que registou receitas de mais de 476 mil milhões de dólares em 2013.

“O ritmo lento da economia mundial em 2014 retraiu financeiramente muitos consumidores e as vendas de retalho foram afetadas. O crescimento global deste setor em 2015 irá depender fortemente da estabilidade económica das maiores economias. A China e a zona euro, e também algumas das principais economias emergentes, enfrentaram um 2014 particularmente difícil” afirmou, em comunicado, o responsável pela área de ‘Consumer Business’ e sócio da Deloitte Portugal Luís Belo.

O documento constatou ainda que “o crescimento das receitas dos 250 maiores retalhistas do mundo, que começou a abrandar em 2011, manteve essa tendência em 2013”, tendo crescido 4,1%, oito décimas abaixo do registado em 2012.

A nível de tendências para este ano, a Deloitte destaca o crescimento do turismo, a continuação da expansão do retalho digital, a “rapidez a atender as necessidades do cliente”, as “novas experiências de compra” e a inovação.

“Este setor está a passar por um grande período de mudança. A velocidade da inovação e a disrupção sentida por toda a indústria irá continuar, uma vez que a procura dos clientes também continuará a aumentar. Para serem bem-sucedidos neste contexto, os retalhistas terão de responder rapidamente às ameaças e oportunidades”, disse, no mesmo comunicado, a responsável global da Deloitte pela indústria do retalho, Vicky Eng.

A indústria de retalho vai continuar a ser recriada pelas novas tecnologias e pela concorrência mais inovadora, esperando-se que “cada vez mais retalhistas adotem práticas inovadoras, implementem tecnologia e a utilizem de forma criativa”, assinala ainda o documento.

 


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