Jerónimo acusa banca de tentar condicionar Governo no aumento de pensões


 

Lusa/AO online   Economia   15 de Set de 2010, 15:19

O secretário-geral do PCP acusou esta quarta-feira a banca de tentar condicionar o Governo na fixação da actualizações das pensões, depois de economistas de vários bancos convergirem que os aumentos deverão situar-se entre 0,8 e 0,9 por cento.
“Esse anúncio é apenas uma tentativa para que o Governo aceite esses parâmetros, levando ao abaixamento das condições de vida particularmente dos reformados, mas também dos trabalhadores pela via dos seus salários”, defendeu o líder do PCP, Jerónimo de Sousa.

O secretário-geral comunista reagia aos cálculos de economistas de vários bancos, avançados hoje pelo Diário Económico, segundo os quais a maioria das pensões não deverá aumentar mais do que 0,8 por ou 0,9 por cento.

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