“Já temos crianças inscritas na Colmeia que acabaram de nascer"

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Paulo Simões / Rui Jorge Cabral   Regional   21 de Nov de 2010, 07:30

Melinda Caetano é a presidente da direcção da cooperativa de ensino "A Colmeia", que na passada semana viu a sua nova escola ser premiada pela revista "100 Maiores Empresas dos Açores" como o melhor projecto de investimento do ano de 2009. Melinda é natural do Canadá, para onde os seus pais emigraram da Lomba da Maia "mais por aventura que necessidade", lembra.

Os Verões, passou-os desde criança em São Miguel, para onde regressou após se casar com um descendente de holandeses há mais de 20 anos, quando a intenção inicial era apenas a de ficar por um ou dois anos para dar à sua recém-nascida filha uma base de Português.

A sua ligação à Colmeia começa como mãe e chega aos nossos dias na direcção desta cooperativa, após um conturbado processo que envolveu a venda do antigo externato, que levou um grupo de pais a criar a cooperativa e a "levar" a Colmeia para outro edifício, onde ficou durante 15 anos até à ambicionada concretização do sonho da nova escola.

Há lugar neste momento para todas as instituições que já têm oferta de ensino privada?

Acho que há lugar para todos, mas temos de nos esforçar para ter uma oferta diferenciada e procurar seleccionar os públicos-alvo conforme o valor que cada um pede aos pais pelos filhos que tenham a estudar num colégio.

Quais são as linhas orientadoras internas para o ensino na Colmeia?

No ensino privado - mas também acho que no público deveria ser assim - acho que os pais têm de ter um papel muito importante, por muito que custe, por vezes, aos professores. Mas a grande prioridade é as crianças estarem confortáveis e sentirem-se bem na Colmeia.

Ficou surpreendida com o prémio de melhor investimento ao projecto da nova escola da Colmeia?

Ficámos surpreendidos... Mas as crianças ficaram muito felizes. Fizemos passar o prémio de sala para sala no dia a seguir às "100 Maiores Empresas" e levámos duas crianças à cerimónia para receberem o prémio, porque elas fazem parte deste projecto. *

 

*Leia a entrevista completa no jornal Açoriano Oriental de domingo, 21 de Novembro de 2011.


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