Isabel Pires de Lima fala sobre "Antero e Eça: o mel e a cera (diálogos sobre a res publica)"

Isabel Pires de Lima fala sobre "Antero e Eça: o mel e a cera (diálogos sobre a res publica)"

 

Ana Carvalho Melo   Cultura e Social   14 de Jul de 2014, 18:32

A Secretaria Regional da Educação e Cultura promove, na próxima sexta-feira, dia 18 de julho, pelas 20h30, no Auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, a realização da conferência intitulada

Isabel Pires de Lima nasceu, em julho de 1952, em Braga. Em 1974 licenciou-se em Filologia Românica e, em 1987, doutorou-se em Literatura Portuguesa, no Porto. Especialista na obra de Eça de Queirós, é professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi membro do Conselho Cultural da Fundação Eça de Queirós e membro da organização das comemorações do centenário da morte do mesmo escritor.

É autora de cerca de cem títulos publicados em revistas e jornais na área da crítica e dos estudos literários, bem como, dos livros As Máscaras do Desengano – Para uma leitura sociológica de “Os Maias” de Eça de Queirós (1987) e Eça e “Os Maias” – Cem anos Depois (Coord., 1990).

Isabel Pires de Lima foi ainda responsável pela secção portuguesa de Lettres Européenes – Histoire de la Littérature Européene e coordenou também obras sobre Antero de Quental e Óscar Lopes.

Em 1995 foi a responsável científica do Colóquio Internacional Eça de Queirós – 150 Anos do Nascimento e, no ano seguinte, desempenhou igual função no Encontro “Neorrealismo/Neorrealismos”. Em 1998 foi comissária científica do Encontro de Literaturas Ibero-americanas organizado pelo Instituto Camões.

Integrou o júri de diversos prémios literários e ocupou cargos em diversas instituições culturais, como a Associação Portuguesa de Escritores, a Associação Internacional de Lusitanistas e a Cooperativa Artística Árvore.

Em 1990 Isabel Pires de Lima foi eleita deputada à Assembleia da República como independente, integrando as listas do Partido Socialista e, entre 2005 e 2008, ocupou o cargo de Ministra da Cultura do XVII Governo Constitucional.

Foi agraciada com a insígnia de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique em 2010.


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