Inundações no Porto e Gaia, mas sem incidentes

Inundações no Porto e Gaia, mas sem incidentes

 

Lusa/AO Online   Nacional   11 de Jan de 2016, 04:59

A subida do rio Douro provocou inundações no Porto e Vila Nova de Gaia, mas não há registo de qualquer incidente, prevendo-se que a água comece a baixar, uma vez ultrapassado o ponto crítico estimado pelas autoridades.

 

“Neste momento, temos Miragaia inundada e boa parte da Ribeira com água e, portanto, intransitável”, disse à agência Lusa Nuno Santos, assessor da Câmara Municipal do Porto, por volta das 3:15, indicando, contudo, que “não há nenhum incidente” e que a situação vai ao encontro das previsões.

Os meios da Proteção Civil no terreno estimavam o “ponto crítico” às 03:15, pelo que “se espera que a água não suba mais”, acrescentou.

Do lado de Gaia, a rua em frente ao cais da Afurada encontra-se inundada, havendo também água em ruas da zona do centro histórico, em Mafamude, e mais a montante, como em Avintes e Oliveira do Douro, indicou Salvador Almeida, comandante da Proteção Civil de Gaia.

“Está tudo calmo. Há inundações, mas a água está a baixar. Não há nenhum incidente”, indicou também o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto, em linha com a Autoridade Nacional de Proteção Civil que, pese embora “uma inundação ou outra”, não tinha notícia, à mesma hora, de qualquer incidente digno de registo.

As diversas autoridades destacaram que as populações foram antecipadamente avisadas, pelo que a prevenção terá ajudado a evitar ocorrências de maior.

O Centro de Previsão e Prevenção de Cheias (CPPC) do rio Douro tinha alertado na tarde de sábado para a possibilidade de inundações nas ribeiras do Porto e de Vila Nova de Gaia, devido ao mau tempo em conjugação com a preia-mar.

O distrito do Porto é um dos 10 que estão com aviso laranja (o segundo mais grave) emitido pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a que se juntam os distritos de Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Aveiro, Viseu, Lisboa, Setúbal, Leiria e Coimbra, os últimos quatro por causa da agitação marítima.

 

 


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