Medicamentos

INFARMED garante regular abastecimento do mercado


 

Lusa/AO online   Nacional   16 de Dez de 2010, 10:24

O Infarmed informou que "qualquer situação pontual" de falta de um determinado medicamento numa farmácia só poderá ser "imputável a uma desarticulação" entre os operadores do mercado, assegurando que não recebeu qualquer notificação de ruptura de mercado.
Desde quarta-feira os medicamentos comparticipados dispensados nas farmácias não podem ser vendidos sem uma redução de seis por cento em relação ao preço anterior. Esta medida, adoptada em Outubro de 2010, irá contribuir para a redução da despesa com medicamento e terá um impacto na redução da despesa do Serviço Nacional de Saúde de cerca de 72 milhões de euros, segundo o Ministério da Saúde.

Esta medida deveria ter entrado em vigor no passado dia 15 de Outubro, mas "este prazo foi prolongado por duas vezes a pedido da Associação Nacional de Farmácias (ANF)", sendo que "o Ministério da Saúde e o Ministério da Economia acederam com o objectivo de garantir o fornecimento regular e contínuo dos medicamentos", refere a autoridade nacional do medicamento numa nota enviada à agência Lusa.

Desde 1 de Dezembro que os distribuidores estão já a colocar nas farmácias os medicamentos com a aplicação da dedução no preço, adianta o Infarmed, acrescentando que estão "reunidas as condições para o regular abastecimento do mercado, não havendo razão para novas prorrogações de prazo".

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