Impromptu e Acalanto para fazer a delícia da 'pequenada' no Mini Tremor

Impromptu e Acalanto para fazer a delícia da 'pequenada' no Mini Tremor

 

Miguel Bettencourt Mota   Cultura e Social   23 de Mar de 2018, 17:32

Impromptu. Assim se chama a iniciativa que decorre, este sábado, na Academia das Artes, em Ponta Delgada, e se compromete a transformar todos os miúdos e graúdos presentes em elementos de uma pequena orquestra improvisada.

Impromptu (improviso, em latim) é um projeto da Musiquim - Associação Musicoteatral dos Açores, e vai apresentar-se como uma aventura, um jogo, que pretende visitar o imaginário e as mundividências dos Açores, nesta edição do Mini Tremor.

“O espetáculo gravita à volta da temática da ‘açorianidade’. Impromptu habita os sons, o mar, as canções do mar. Nós vamos brincar com o cancioneiro regional e até mesmo com a pronúncia, sempre pedindo a participação do público”, adiantou André Melo, que conjuntamente com Mário Moniz, compõe o projeto.

Aqueles que marcarem presença na Academia, aliás, é que irão determinar o rumo do espetáculo, que, por essa razão, se assume como “imprevisível”.

“Há muita coisa que irá acontecer que vai depender da adesão e participação do público (...) Tudo pode acontecer e estará dependente do ‘feedback’ das pessoas”, deu conta André Melo, cocriador e intérprete no espetáculo.


Acalanto une gerações ao som das canções de embalar


A tarde dedicada a divertir as crianças e as respetivas famílias vai iniciar-se com o projeto Acalanto, promovido pelo coletivo PELE.

Pelas 14h00, quem se deslocar à Academia das Artes vai poder assistir a um espetáculo colaborativo, criado a partir de uma experiência de partilha intergeracional.

Recorde-se que o convite foi estendido a "seniores, grávidas e habitantes da ilha de São Miguel”, que, nos últimos cinco dias, ensaiaram para a tarde de hoje no espaço ‘Mãe & Mulher’.

Direcionado para público familiar e integrado na secção Mini Tremor, o projecto Acalanto propôs-se a criar um espaço de encontro, partilha e registo, entre diferentes gerações de mães e pais, a partir das canções de embalar.

A atividade está enquadrada no âmbito da ação do coletivo PELE, que tem, desde a sua génese, apostado “na afirmação da arte enquanto espaço privilegiado de diálogo e criação coletiva, procurando o equilíbrio entre ética e estética”, como se lê numa nota de imprensa enviada a este jornal.



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