Hotelaria deverá ter atingido em dezembro valores iguais ou superiores a 2007

Hotelaria deverá ter atingido em dezembro valores iguais ou superiores a 2007

 

Lusa/Açoriano Oriental   Economia   22 de Fev de 2017, 14:01

A hotelaria nacional registou em dezembro de 2016 subidas em todos os indicadores, "atingindo valores iguais ou superiores" a 2007, tido como o melhor ano do setor em Portugal desde que há registos no Hotel Monitor da AHP.

Com base em dados da hotelaria nacional trabalhados mensalmente pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), o Hotel Monitor registou no último mês de 2016 uma taxa de ocupação quarto de 44%, o mesmo valor de 2007, numa subida de 2,0 pontos percentuais (p.p.), face a dezembro de 2015.

Esta subida ocorreu em quase todas as categorias, destacando-se as unidades de duas estrelas, as quais tiveram uma taxa de ocupação de 58%. A única exceção deu-se na categoria cinco estrelas, com uma descida de 1,0 p.p. (38% de taxa de ocupação).

Madeira, Lisboa e Grande Porto mantiveram-se como os destinos com a taxa mais elevada (61%, 54% e 53%, respetivamente), embora os crescimentos mais acentuados tenham acontecido na Costa Azul (+7,0 p.p., atingindo 35%) e em Viseu (+6,0 p.p., com 29%). Nos Açores, houve uma quebra de quase 4,0 p.p., para uma taxa de ocupação de 29%.

Nos preços médios por quarto ultrapassaram-se valores de 2007, atingindo-se um preço médio de 71 euros (crescimento de 6,0% face a 2015).

Alentejo, Algarve e Coimbra são os destinos com maior aumento, registando 18%, 15% e 15%, respetivamente.

O preço médio por quarto disponível (RevPAR) protagonizou a maior subida homóloga (11%), atingindo os 31 euros, com destaque para Viseu (34% face ao período homólogo) e Coimbra (28%). Mas os destinos com o RevPAR mais elevado continuam a ser Lisboa (46 euros), Madeira (43 euros) e Grande Porto (33 euros).

A receita total por quarto disponível (TrevPar) foi, no mês de dezembro de 2016, de 50,4 euros (+9,0%), enquanto a receita média por turista foi de 107 euros (mais 6,0% do que em dezembro de 2015) e a estada média de 1,78 dias, (+5,0%).


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