Greve Geral:os serviços que mais transtornos causam

Greve Geral:os serviços  que mais transtornos causam

 

Lusa/AO Online   Economia   24 de Nov de 2011, 06:44

 Transtornos nos transportes e nos aeroportos, escolas, tribunais e repartições públicas fechadas, consultas médicas e cirurgias canceladas serão algumas das consequências da greve geral marcada para hoje.

Os efeitos da greve já se começaram a sentir nos transportes públicos, que iniciaram a paralisação na noite de quarta-feira e prometem ser os que mais diretamente afetarão os cidadãos durante o dia, também pelo consequente aumento de tráfego de automóveis nas principais cidades.

A paralisação dos serviços de recolha de lixo, que começou quarta-feira à noite, e dos transportes públicos prestados por empresas municipais deverão igualmente afetar um elevado número de pessoas.

Nos centros de saúde e hospitais há fortes probabilidades de haver o cancelamento das consultas e adiamento das cirurgias programadas, estando assegurados apenas os serviços de urgência, tal como sucede com os sapadores bombeiros.

Os funcionários da rede diplomática também vão aderir à greve e, segundo estimativas do sindicato, a adesão rondará os 60 por cento.

Em setores como os transportes públicos, saúde e justiça a lei prevê a garantia de serviços mínimos, mas, como em greves anteriores, a falta de acordo entre os sindicatos e as administrações das empresas envolvidas impede apurar com antecedência que serviços vão efetivamente funcionar.

A greve geral vai ser acompanhada de 34 manifestações promovidas pela CGTP em todas as capitais de distrito e em vários concelhos do país.

Esta é a terceira greve geral em que a CGTP e UGT se juntam, mas apenas a segunda greve conjunta das duas centrais sindicais portuguesas já que em 1988 a CGTP decidiu avançar e a UGT, autonomamente, também marcou uma greve geral para o mesmo dia.


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