Política

Governo rejeita críticas do PSD sobre dívidas na Saúde

Governo rejeita críticas do PSD sobre dívidas na Saúde

 

Lusa/AO online   Regional   30 de Jun de 2010, 10:56

O secretário da Saúde do Governo Regional dos Açores considerou terça-feira “falso” que o sector enfrente nas ilhas uma situação de “aumento de dívida para pagar dívida”.
Numa reacção à proposta da presidente do PSD regional para afectação à saúde do aumento das receitas regionais resultante da subida dos impostos IRS e IRC, Miguel Correia assegurou que “o que tem havido são operações de reestruturação da dívida, em busca sempre das melhores condições financeiras”.

Segundo dados que avançou, citando o Tribunal de Contas, a dívida do Serviço Regional de Saúde atinge os 376 milhões de euros - 183 milhões dos hospitais EPE, 160 milhões, a médio e a longo prazos, na Saudaçor, e de 33 milhões a curto prazo.

Em concreto sobre a proposta de Berta Cabral de utilização do acréscimo de receitas do IVA e IRS, estimadas pela líder do PSD em 20 milhões de euros por ano, para combater a situação de “subfinanciamento crónico na Saúde”, Miguel Correia disse que o Governo “vai afectá-las a várias medidas que vão ao encontro das necessidades das pessoas e das empresas”.

As pessoas e empresas “atravessam igualmente um período difícil, precisamente por que há atrasos de pagamento e há incumprimento por parte das câmaras municipais, de onde se destaca, mais uma vez, a Câmara Municipal de Ponta Delgada [presidida por Berta Cabral.”, acrescentou.

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