Governo reconhece dificuldades operacionais acrescidas da GNR nos Açores

Governo reconhece dificuldades operacionais acrescidas da GNR nos Açores

 

Lusa/AO Online   Regional   18 de Jan de 2018, 19:40

A secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna reconheceu hoje que a ação dos agentes da GNR nos Açores é um desafio com “dificuldades suplementares”.

“Esta responsabilidade da zona de ação (600 quilómetros entre os extremos do arquipélago), que acarreta dificuldades operacionais e suplementares, é um fator de desafio ”, considerou Isabel Oneto, em Ponta Delgada, no Dia do Comando Territorial dos Açores da GNR.

A responsável acentuou que estes desafios num espaço insular e atlântico “conferem ao Comando Territorial dos Açores características especiais por via do isolamento e dispersão, bem como pela distância geográfica, superior a toda a extensão nacional continental”.

Para Isabel Oneto, a importância que a unidade da GNR nos Açores “encerra não só para a segurança de Portugal como da Europa é inegável", sendo "consubstanciada no controlo eficaz de toda a orla costeira".

“A intervenção pronta e altamente especializada desta unidade tem garantido excelentes resultados nos ilícitos relacionados com a pesca ilegal e combate ao tráfico de estupefacientes”, declarou.

A secretária de Estado referiu que a ação da GNR “exige meios adequados” e que os cerca de 200 elementos dos Açores têm conseguido melhorar todos os indicadores na região autónoma.

Isabel Oneto declarou que para uma “ação mais adequada das forças de segurança”, estas “têm que ser equipadas” para desempenharem o seu papel de prevenção e combate à criminalidade, tendo o Governo “procurado melhorar” a sua intervenção por várias vias.

A Lei de Programação de Instalações e Equipamentos das Forças de Segurança, sublinhou, prevê um investimento de 450 milhões de euros, estando em curso a aquisição de vários equipamentos, armamento e 4.900 viaturas, das quais 890 serão destinadas à GNR.

O Governo vai ainda investir na compra de 4.300 coletes balísticos, dos quais 2.800 irão para a GNR.



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