Governo promove integração laboral dos que precisam de "apoio diferenciado"

Governo promove integração laboral dos que precisam de "apoio diferenciado"

 

Lusa/AO online   Regional   11 de Abr de 2018, 13:54

O Governo dos Açores vai promover um reforço dos mecanismos que promovam a entrada no mercado do trabalho dos açorianos que necessitam de “apoio diferenciado”, anunciou esta quarta-feira o presidente do executivo regional.

“Vamos avançar com a revisão do reforço dos mecanismos que promovam a entrada dos que entre nós necessitam de um apoio diferenciado para entrarem no mercado do trabalho”, declarou Vasco Cordeiro.

Lançando um desafio ao tecido empresarial para colaborar na integração dessas pessoas, o líder do executivo açoriano, que falava na cerimónia de apresentação do projeto de construção do Centro de Atividades Ocupacionais e do Lar Residencial da Santa Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa, disse que se pretende promover uma sociedade mais integracionista, solidária e coesa.

Vasco Cordeiro considerou que a integração no mercado do trabalho destas pessoas é uma “componente essencial” que se “pretende abordar de forma crescente”, por forma a promover a sua autonomia, e resulta da forma como o executivo encara esta problemática.

O presidente do Governo Regional referiu que o objetivo não é criar infraestruturas onde estas pessoas sejam alvo de todo cuidado e atenção, mas que sejam “cidadãos açorianos de pleno direito” através da sua integração plena.

Aludindo especificamente ao Centro de Atividades Ocupacionais e do Lar Residencial da Santa Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa, Vasco Cordeiro referiu que este é um investimento de cerca de três milhões de euros, criando 50 vagas, 30 das quais no Centro de Atividades Ocupacionais e 18 no lar residencial, colmatando uma lacuna existente no concelho da Lagoa.

O presidente do Governo Regional adiantou que este projeto na Lagoa integra-se no processo que se estende a todas as ilhas dos Açores de “reforço e qualificação” de infraestruturas de caráter social desta natureza, o que permitiu garantir em 2017 o apoio a 800 açorianos.

Vasco Cordeiro considerou este “mais um passo na caminhada” de assegurar que até 2020 se tenha uma “capacidade instalada na região que se adeque às necessidades”, o que irá permitir criar cerca de 250 vagas.



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