Governo dos Açores avança em 2018 com cem novas casas a rendas acessíveis

Governo dos Açores avança em 2018 com cem novas casas a rendas acessíveis

 

Lusa/AO Online   Regional   30 de Nov de 2017, 08:09

O Governo dos Açores vai avançar em 2018 com a construção de cem habitações a rendas acessíveis e alargar o passe social a mais seis ilhas, anunciou hoje o presidente do executivo regional.

Ao discursar no encerramento do debate parlamentar sobre as propostas de Plano e Orçamento regionais para 2018, Vasco Cordeiro explicou que estas casas, em várias ilhas, destinam-se “a contribuir para a satisfação das necessidades nesse domínio, desde logo, de casais jovens”.

O chefe do executivo regional adiantou que, em São Miguel, a maior e mais populosa ilha do arquipélago, vão ser criadas “mais cem vagas em lares de idosos, metade das quais deverão estar disponíveis já em 2018”.

Vasco Cordeiro apontou, ainda, “o alargamento do sistema do passe social às ilhas de Santa Maria, São Jorge, Graciosa, Faial, Pico e Flores durante o primeiro trimestre de 2018”, medida que vai “reduzir o custo para as famílias da utilização do transporte coletivo público de passageiros”.

No setor agrícola, o presidente do Governo Regional, reeleito para um segundo mandato em outubro de 2016, realçou “a criação de um serviço de proximidade e acompanhamento das explorações leiteiras, que “passa pela disponibilização de equipas multidisciplinares” para acompanhamento no terreno das explorações.

Já nos transportes, Vasco Cordeiro considerou que a construção de um navio ‘ferry’, cujo anúncio foi feito recentemente, destinado a funcionar todo o ano e com capacidade para transportar passageiros e carga rodada, vai criar “o que se pode chamar de um mercado interno açoriano” com “potencial para modificar, de forma muito significativa”, as ligações continente/Açores e inter-ilhas.

No âmbito do voluntariado, em 2018 vai estar disponível a Plataforma de Voluntariado Jovem, desenvolvida em parceria com as instituições particulares de solidariedade social, para “aumentar a participação dos jovens em atividades de voluntariado” e reforçar a sua participação cívica, informou Vasco Cordeiro.

“Toda a atuação do Governo dos Açores neste novo ciclo que a região está a iniciar está, de igual modo, subordinada a um requisito inalienável, o da exigência” na atuação, procedimentos e resultados, destacou o chefe do executivo, para frisar que desta exigência ninguém “está isento”, desde o presidente executivo açoriano a qualquer funcionário público.

Segundo Vasco Cordeiro, “ninguém está isento de uma exigência, desde logo, consigo próprio, naquilo que isso significa de ação previdente, proativa, empenhada, competente e diligente”.

A proposta de Orçamento dos Açores para o próximo ano é de 1.292 milhões de euros, valor sensivelmente igual ao do corrente ano, enquanto o Plano de Investimentos global é de 753 milhões de euros, um decréscimo de cerca de 3% face ao de 2017.

Os documentos têm a aprovação garantida do PS, partido maioritário na Assembleia Legislativa Regional.




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