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Governo anuncia construção da EBI de Água de Pau

Governo anuncia construção da EBI de Água de Pau

 

Lusa / AO online   Regional   23 de Jul de 2010, 15:26

A construção da Escola Básica Integrada de Água de Pau, orçada em 14 milhões de euros, foi a principal decisão da reunião esta sexta-feira realizada entre o Governo Regional dos Açores e a Câmara da Lagoa, em S. Miguel.
“As obras vão começar em Agosto e devem estar concluídas em dois anos”, afirmou Carlos César, presidente do executivo regional, acrescentando que a nova escola terá capacidade para 700 alunos, do ensino pré-primário até ao terceiro ciclo de escolaridade.

O governo açoriano iniciou hoje na Lagoa uma série de reuniões com as câmaras municipais das ilhas de S. Miguel, Terceira e Faial, as únicas onde não realiza visitas estatutárias anuais.

“A ideia é fazer uma reflexão conjunta com as câmaras municipais sobre a situação em cada concelho”, frisou Carlos César, que pretende reunir com todos os municípios das três ilhas até ao final do ano.

Esta tarde, o governo regional reúne com a Câmara da Ribeira Grande e, na primeira quinzena de Setembro, estão previstas reuniões com mais duas câmaras açorianas.

Carlos César garantiu que se trata de uma iniciativa para “repetir todos os anos”.

No caso da Lagoa, entre outras decisões, merece destaque o arranque em Setembro das obras de requalificação da estrada entre a Atalhada e o Pópulo, num investimento de cerca de 1,3 milhões de euros.

O executivo decidiu também a “abertura provisória” do Porto da Caloura, que estava encerrado devido aos deslizamentos de terra ocorridos no inverno.

“Entendemos que há condições para uma abertura provisória”, afirmou Carlos César, acrescentando que a decisão quanto às obras de consolidação do talude será tomada em Setembro, quando for apresentado o projecto de consolidação.

A elaboração do projecto do futuro Centro de Actividades Ocupacionais e a criação de condições para um “aumento significativo” dos beneficiários do apoio domiciliário a idosos foram outras das decisões hoje tomadas.

“Estas reuniões são uma forma de não esquecer que as realidades maiores que as ilhas de S. Miguel, Terceira e Faial resultam da soma de realidades mais pequenas”, salientou Carlos César, defendendo a importância do diálogo entre a administração regional e local.

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