Polícia

GNR quer pagamento de "subsídio de insularidade"


 

Lusa / AO online   Regional   21 de Jan de 2010, 14:44

A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) exigiu esta quinta-feira o pagamento aos militares da GNR nos Açores do "subsídio de insularidade", que já é atribuído aos agentes da Polícia Judiciária e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
A GNR tem ao serviço nas nove ilhas dos Açores 251 guardas, que "se debatem com dificuldades acrescidas, associadas ao elevado custo de vida e ao isolamento", afirmou à agência Lusa o presidente da ASPIG, José Alho.

Segundo este responsável, as dificuldades sentidas pelos elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR) nos Açores "são idênticas" às que estiveram na base da decisão do Governo da República de conceder o subsídio de insularidade aos agentes da Polícia Judiciária (PJ) e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) em serviço no arquipélago.

Nesse sentido, José Alho referiu que os agentes da PJ em serviço nos Açores recebem um complemento remuneratório mensal de 70 euros, enquanto os funcionários do SEF beneficiam de mais 94,27 euros por mês nos seus vencimentos.

"A ASPIG considera da mais elementar justiça que os militares da GNR, independentemente da zona em que estejam colocados nos Açores, venham a beneficiar do subsídio de insularidade", afirmou José Alho.

Para concretizar esse objectivo, a ASPIG vai desenvolver "esforços junto dos grupos parlamentares e do ministro da Administração Interna".

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