G7 defende a estabilidade das moedas e reformas estruturais

G7 defende a estabilidade das moedas e reformas estruturais

 

Lusa/AO online   Economia   20 de Mai de 2016, 17:50

Os responsáveis das Finanças do G7 sublinharam na reunião na cidade japonesa de Sendai a necessidade de manter a "estabilidade" do mercado cambial e de serem aplicadas reformas estruturais para aumentar o crescimento da economia global.

 

No primeiro dia desta reunião de dois dias dos ministros das Finanças e governadores dos bancos centrais das sete economias mais desenvolvidas do mundo foram abordados os riscos e possíveis receitas para revitalizar a economia global, num momento marcado por uma desaceleração dos mercados emergentes.

A este respeito, os participantes aprovaram uma mensagem que já foi ouvida no início deste ano: a importância de um mercado cambial livre de oscilações bruscas e de evitar desvalorizações competitivas, isto quando há importantes oscilações do iene em relação ao dólar.

Tóquio defende que a recente valorização do iene frente ao dólar é um movimento “brusco” e “unilateral” do mercado de divisas e que uma maior apreciação da sua moeda justificaria uma intervenção para a desvalorizar.

Já Washington não considera estas variações preocupantes e critica uma eventual operação nipónica para desvalorizar "artificialmente" a moeda para tornar as exportações mais competitivas.

Nesta cimeira, além dos países do G7 (Estados Unidos, Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão, Reino Unido), participam ainda representantes da União Europeia, do Eurogrupo e do Fundo Monetário Internacional (FMI), que destacaram a necessidade de haver reformas estruturais em diversas frentes para potenciar a recuperação económica global.

Esta cimeira tem o seu momento alto com a cimeira de líderes do G7, a 26 e 27 de maio.

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