Fenprof considera que ministros para Educação e Ciência podem fazer melhor

Fenprof considera que ministros para Educação e Ciência podem fazer melhor

 

Lusa/AO online   Nacional   25 de Nov de 2015, 14:33

Os novos ministros para a Educação, Ciência e Ensino Superior poderão "fazer diferente e melhor", mas é preciso que "dialoguem, negoceiem e comecem a resolver problemas", considera o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).

 

Em declarações à Lusa, Mário Nogueira afirmou que, com os últimos dois ministros para a área, "as coisas estavam muito mal" e que a nova equipa "dá algumas garantias de poder fazer diferente e melhor".

O Governo liderado por António Costa terá o professor universitário Manuel Heitor, como ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e o investigador Tiago Brandão Rodrigues, como ministro da Educação.

A autonomização do ensino superior e da ciência não mereceu para Mário Nogueira nenhum comentário, porque, disse à Lusa, o que interessa são as políticas, ainda que agora possa haver uma "atenção maior" para a área da ciência.

Quanto ao facto de o ministro da Educação não ter experiência na área e ter vivido fora do país durante vários anos, Mário Nogueira considera que tal pode ser uma vantagem, já que pode abordar as questões da educação "sem preconceitos nem vícios".

"Talvez seja capaz de fazer as modificações necessárias", muitas delas dentro do próprio Ministério, porque "o aparelho administrativo muitas vezes obstaculiza mudanças, ou dificulta-as", disse.

Em relação ao ministro da Ciência, Mário Nogueira lembrou que o professor foi crítico dos cortes no setor, pelo que há expectativa de que fará melhor e que responderá "positivamente ao que dele se espera".

De ambos, o sindicalista espera que comecem a resolver problemas e que deem sinais de que estão criadas condições para garantir uma v


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