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FC Porto de “mão cheia” goleia campeão Benfica por 5-0

FC Porto de “mão cheia” goleia campeão Benfica por 5-0

 

Lusa/AOnline   Futebol   7 de Nov de 2010, 21:03

O líder FC Porto assegurou uma confortável vantagem de 10 pontos sobre o campeão Benfica, ao golear os encarnados por pouco habituais 5-0, no Estádio do Dragão, no "clássico" da 10ª jornada da Liga de futebol.

Varela, aos 12 minutos, e um "bis" de Falcao (24 e 28) coroaram a exibição portista até ao intervalo – Hulk fez o quarto e quinto aos 80 e 90 - e aproveitaram da melhor forma as assistências provenientes do inexistente lado esquerdo da defesa benfiquista.

Primeiro, David Luiz deixou fugir Hulk, que assistiu Varela solto no interior da área e, depois, foi de novo o habitual central brasileiro a ser incapaz de segurar a técnica de Belluschi, que serviu o calcanhar de Falcao, para o segundo do jogo, com Luisão a ver jogar.

Quatro minutos passados, numa jogada de contra-ataque, Belluschi correu de novo sozinho pela direita da sua ofensiva e deu a Falcao o direito de marcar o seu terceiro golo ao Benfica. Estava feito o jogo, mas Hulk ainda chegou à goleada.

Como o ataque do FC Porto – e todo o conjunto - resultou perante a defesa encarnada, o triunfo acabou por ser construído calma e merecidamente até ao intervalo, com o Benfica apático e totalmente incapaz de mostrar ao Dragão as credenciais de campeão.

Num jogo que pareceu uma espécie de passagem de testemunho – a qualidade do Benfica na época anterior foi transferida para o FC Porto, que há muito a tem demonstrado -, bastou ao actual líder apenas metade da partida para arrumar com a equipa da Luz e nem a entrada de Gaitan ao intervalo desfez as dúvidas. A expulsão de Luisão, aos 66, complicou mais.

O Benfica saiu do Dragão vergado, mas o FC Porto soube aproveitar milimetricamente as oportunidades, enquanto dos pés de Carlos Martins a pontaria esteve desafinada, Aimar não pegou na "batuta" e David Luiz, na melhor e praticamente única oportunidade encarnada (60 minutos), viu Helton negar-lhe as intenções, depois de na primeira parte ter estado "ausente".

Aos 80 minutos, Hulk transformou uma grande penalidade a castigar falta de Coentrão, estreou-se a marcar ao Benfica e fechou a festa com um disparo indefensável, aos 90, para igualar a maior goleada de sempre aos encarnados, repetindo os números de 1995, na Luz, para a Supertaça.


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