Faleceu Dorvalino Moniz Barreto, sócio n.º 1 do Clube Operário Desportivo

Faleceu Dorvalino Moniz Barreto, sócio n.º 1 do Clube Operário Desportivo

 

Arthur Melo   Futebol   6 de Set de 2014, 14:02

Dorvalino Moniz Barreto, 82 anos, faleceu esta manhã no Hospital Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada. Concelho da Lagoa, Clube Operário Desportivo e o desporto em geral perdem uma figura de referência

Dorvalino Moniz Barreto, 82 anos de idade, faleceu esta madrugada (05h30) no Hospital Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, após ter sido vítima, em agosto, de um Acidente Vascular Cerebral. 

Figura incontornável da história do Clube Operário Desportivo, Dorvalino Moniz Barreto era o sócio mais antigo dos fabris, clube ao qual se juntou nos finais da década de 60 do século passado. 

Homem afável, de trato simples, sorriso aberto e amigo de todos, Dorvalino Moniz Barreto deu a maior parte da sua vida ao seu clube do coração, tendo desempenhado várias funções em sucessivos órgãos sociais do clube. 

Sem nunca ter desempenhado o cargo, o sócio n.º 1 do Operário foi uma espécie de "presidente honorário" do clube já que nunca deixou de fazer tudo aquilo que esteve ao seu alcance para que o quotidiano da coletividade pudesse seguir o seu rumo natural. 

A sua humildade e dedicação à causa do futebol e do desporto em geral foram várias vezes reconhecidas e alvo de justas homenagens públicas e privadas, reconhecimentos que sempre foram desvalorizados pelo homenageado já que o seu grau de comprometimento com a causa "Operário" era superior a estes momentos de distinção. 

O seu corpo está em câmara ardente na ermida do Cemitério de Santa Cruz, na cidade de Lagoa, estando o funeral marcado para as 10h00 de domingo, dia 7 de setembro.

Apesar do falecimento de Dorvalino Moniz Barreto, a equipa sénior profissional do Operário vai entrar esta tarde, pelas 18h00, no Estádio Municipal Jácome Correia, em Ponta Delgada, para jogar perante o União Micaelense, na partida de apresentação dos unionistas aos sócios. 

Os fabris vão envergar um fumo negro nas camisolas em sinal de luto pelo desaparecimento físico do sócio n.1 do Clube Operário Desportivo.

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