Fachada do Palácio de Belém com as cores da bandeira Francesa

Fachada do Palácio de Belém com as cores da bandeira Francesa

 

Lusa/AO online   Nacional   15 de Jul de 2016, 23:26

A fachada principal do Palácio de Belém está esta sexta-feira à noite iluminada com as cores da bandeira da República Francesa, num gesto de solidariedade para com a França, refere uma nota da Presidência da República.

 

O gesto de solidariedade é também para com o povo francês e “de forma particular, com as vítimas do trágico atentado terrorista de ontem [quinta-feira] e com os seus familiares”, adianta a nota que consta do ‘site’ da Presidência.

“Através desta manifestação, a escassos dias da visita oficial do Presidente François Hollande a Portugal, o Presidente pretende demonstrar o apoio incondicional à República Francesa na luta contra o terrorismo e na promoção e respeito dos mais elementares valores universais de paz, democracia e Direitos Humanos”, lê-se também.

A nota termina dizendo: “com este gesto simbólico, o Presidente da República pretende demonstrar que “'hoje somos todos franceses’”.

Um camião atingiu na quinta-feira à noite uma multidão na Promenade des Anglais, em Nice, sul de França, quando decorria um fogo de artifício para celebrar o dia de França.

O último balanço das autoridades francesas aponta para 84 mortos e 202 feridos.

Entre as vítimas mortais contam-se "dez crianças e adolescentes", afirmou François Mollins, procurador de Paris responsável pela secção antiterrorista do ministério público francês.

Das 202 pessoas que ficaram feridas, 52 estão entre a vida e a morte, precisou o magistrado.

Pelo menos um cidadão português ficou ferido no ataque, confirmou hoje o Governo português.

O condutor do camião foi abatido pela polícia.

As autoridades francesas já consideraram estar perante um atentado e o Presidente da França, François Hollande, anunciou o prolongamento por mais três meses do estado de emergência que vigora no país desde o ano passado. França decretou luto nacional de três dias.

A autoria do ataque ainda não foi reivindicada.


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