EUA contam entre 800 e 900 combatentes islâmicos mortos na ofensiva em Mossul


 

Lusa/AO online   Internacional   27 de Out de 2016, 11:37

Pelo menos 800 combatentes do grupo extremista Estado Islâmico (EI) foram mortos desde o início da ofensiva terrestre, a 17 de outubro, das forças iraquianas para tomar Mossul, afirmou um general norte-americano.

 

"Pensamos que foram mortos entre 800 a 900 combatentes nas operações" das forças iraquianas, declarou o general Joseph Votel, que chefia o centro de comando do exército norte-americano (CENTCOM), em entrevista à agência noticiosa France Presse (AFP) a partir de um local não divulgado.

As forças de segurança iraquianas e as milícias 'peshmerga' curdas estão a avançar para Mossul, ao longo de vários eixos e têm progredido rapidamente à medida que se aproximam do reduto do EI, a segunda maior cidade do Iraque.

A ofensiva, que começou há dez dias, tem estado, até agora, concentrada nas localidades nos arredores de Mossul e a resistência pode aumentar quando as forças iraquianas conseguirem entrar na cidade.

Estimativas norte-americanas apontavam para a presença de entre 3.500 e cinco mil combatentes do EI em Mossul, e de mais dois mil na região circundante.

Votel afirmou ser difícil fornecer números exatos devido à mobilidade dos combatentes do EI na cidade e entre a população local.

O EI perdeu a capacidade de se movimentar em grande número, o que torna mais difícil a substituição de baixas em combate, sobretudo se forem elevadas, acrescentou.

Anteriormente, a coligação internacional, liderada pelos Estados Unidos, que combate o EI tinha referido "não recorrer à contagem de baixas como medida de eficácia na campanha para derrotar o EI no Iraque e Síria".

Apesar desta declaração, alguns números são anunciados periodicamente.


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