Economia

Entrada do FMI seria "um descrédito para os decisores políticos"


 

Lusa/AO online   Economia   12 de Nov de 2010, 16:21

O presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP) afirmou esta sexta-feira acreditar que Portugal será “capaz de resolver o problema” orçamental sem recurso ao Fundo Monetário Internacional (FMI), cuja intervenção seria “um descrédito para a capacidade do país e dos seus decisores políticos”.
José António Barros afirmou em declarações à agência Lusa que “as receitas que o FMI pode trazer para Portugal nós já conhecemos. Podemos aplicá-las de uma forma talvez menos violenta e mais bem articulada, desde que tenhamos a estabilidade política que permita que se tomem as medidas políticas necessárias”.

Falando à margem das I Jornadas da AEP, que hoje decorrem no Porto sob o tema “Portugal 2020”, Barros recordou que “a Grécia tem o FMI e não é por isso que está a pagar a dívida mais barata, pelo contrário, está a colocar as emissões de dívida soberana acima dos 11 por cento”.

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