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Duarte Freitas diz que partido precisa de "liderança forte"

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Lusa/AO online   Regional   4 de Dez de 2012, 14:34

O único candidato à liderança do PSD/Açores, Duarte Freitas, afirmou esta terça-feira que o partido precisa de uma "liderança forte e mobilizadora" capaz de reestruturar, reformar e renovar para recuperar a proximidade com os açorianos.

“O Partido Social Democrata dos Açores precisa de uma liderança forte, mobilizadora e capaz de empreender a tarefa de se reestruturar, reformar e renovar para assim melhor poder corresponder às necessidades e às expectativas das açorianas e açorianos”, afirmou Duarte Freitas, que apresentou formalmente, na segunda-feira, a sua candidatura à presidência do PSD/Açores, tendo reunido cerca de 1.500 assinaturas.

As eleições diretas do PSD/Açores, para eleger o novo líder, estão agendadas para 18 de dezembro e resultam da demissão de Berta Cabral no final de outubro, na sequência da derrota sofrida nas últimas eleições regionais.

Em conferência de imprensa Duarte Freitas, atual líder parlamentar do PSD/Açores, assumiu que o “projeto de longo prazo” que propõe visa devolver o partido aos militantes, aumentar a atividade destes nas estruturas locais, chamar mais mulheres e jovens a cargos de responsabilidade, bem como “recuperar o enlace” do partido com os açorianos.

“Quero, por isso, um PSD/Açores próximo das açorianas e açorianos. Vivemos uma época em que as instituições não podem faltar nem falhar aos seus cidadãos”, disse Duarte Freitas, que apresentou também a sua Moção Global de Estratégia, com 27 páginas, que levará ao XX Congresso Regional do PSD/Açores, agendado para janeiro de 2013, em Ponta Delgada.

Como mandatário da sua candidatura, Duarte Freitas escolheu Paulo Morgado, um dos mais jovens militantes do partido, que é engenheiro civil e está desempregado, considerando ser algo “simbólico”, dado que o seu projeto para o partido prevê “reestruturar, reformar e renovar”.

O candidato social-democrata insistiu que não é candidato a prazo, defendendo a necessidade de se acabar internamente com essa lógica.


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