Duarte Freitas diz que ninguém o vai "deitar abaixo"

Duarte Freitas diz que ninguém o vai "deitar abaixo"

 

Lusa / AO online   Regional   5 de Out de 2016, 11:35

O cabeça de lista do PSD pelo círculo de São Miguel às eleições regionais, Duarte Freitas, afirmou hoje, na maior ilha do arquipélago, que ninguém o vai "deitar abaixo", porque sente uma força que "assusta os adversários".

 

“Quando sentirem que vos falta a energia, olhem para mim. Eu vou ter sempre energia. Ninguém me vai deitar abaixo, enquanto não fizermos dos Açores uma terra de felicidade e oportunidades”, afirmou Duarte Freitas, num jantar comício no concelho da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, em que adiantou estarem “quase 3.000 mil pessoas”.

No terceiro dia de campanha eleitoral, o candidato e líder do PSD/Açores disse ser “bom ver uma sala a transbordar de gente corajosa, que quer mudar para melhor”, considerando que “esta é a prova de que não somos só o partido com mais ideias, que mais contribuiu para a autonomia, mas que somos o maior partido dos Açores e aquele que vai ser Governo Regional”.

“Aqueles que nos tentam por abaixo e têm medo de perder o poder e as mordomias hoje têm aqui a resposta”, referiu Duarte Freitas, que chegou ao jantar comício acompanhado pela mulher e pelo mandatário regional, José Manuel Bolieiro.

No entanto, advertiu os presentes que “a resposta definitiva será dada a 16 de outubro”, o dia das eleições.

No pavilhão da Associação Agrícola de São Miguel, onde estavam muitos pescadores, agricultores e se notava a ausência de militantes históricos do partido como Mota Amaral, o líder do PSD insistiu que não pode haver conformismo e estabeleceu diferenças com o recandidato socialista a presidente do Governo, Vasco Cordeiro.

“Quando é preciso falar com o comissário (europeu) da Agricultura vou a Bruxelas, bato à porta e cumprimento de abraço. Vasco Cordeiro para falar com ele tem de se por à espera num stand de feira de laticínios qualquer do continente”, afirmou Duarte Freitas, acrescentando que “quem não resolveu em 20 anos, não vai ser nos próximos quatro anos que vai fazer”.

Antes do jantar ser servido, Duarte Freitas criticou também a importância que o vice-presidente dos governos socialistas nos Açores têm tido, argumentando que quer que os seus filhos vivam “nuns Açores livres, que tenham um presidente do Governo que não é mandado por Sérgio Ávila, mas que manda no Governo”.


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