Cuba

Dissidente cubano em greve de fome diz que irá até ao "martírio"


 

Lusa / AO online   Internacional   3 de Mar de 2010, 14:57

O dissidente cubano em greve de fome Guillermo Farinas declarou que irá até ao "martírio" para fazer pagar ao regime comunista de Havana "um alto custo político" pela morte de Orlando Zapata, numa entrevista esta quarta-feira ao diário El Pais.
"Sim, quero morrer. Chegou a hora em que o mundo se deve aperceber que este governo é cruel. Existem momentos na história dos países em que é necessário que existam mártires", declarou numa entrevista na sua casa em Santa Clara (centro).

O psicólogo e jornalista, de 48 anos, que não come nem bebe há uma semana, segundo o jornal, exige a libertação de 26 presos políticos cubanos com problemas de saúde.

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