Dilma Rousseff defende maior representatividade dos BRICS em instituições internacionais

Dilma Rousseff defende maior representatividade dos BRICS em instituições internacionais

 

Lusa/AO online   Economia   9 de Jul de 2015, 18:57

A Presidente brasileira Dilma Rousseff defendeu maior representatividade dos países emergentes e dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em instituições internacionais como o FMI e o Banco Mundial, durante a 7.ª cimeira do grupo.

 

"Defendemos o fortalecimento do sistema multilateral de comércio, com primazia da OMC [Organização Mundial do Comércio] e dos esforços de conclusão da Ronda Doha, bem como a expansão e diversificação da participação dos BRICS no comércio global", disse Rousseff na intervenção que fez em Ufá, na Rússia, divulgado pelo Governo brasileiro.

Rousseff realçou que os BRICS têm um papel internacional que deve ser reforçado para garantir o desenvolvimento global em uma época de crise económica internacional, durante um encontro com o Conselho Empresarial do grupo, realizado no âmbito da cimeira.

A Presidente brasileira considerou que os investimentos empresariais são "fundamentais", assim como o comércio, para a promoção do desenvolvimento económico. A cooperação entre os países dos BRICS estende-se atualmente por 30 áreas, incluindo agricultura, ciência, saúde, tecnologia e inovação.

Na cimeira, foi assinada hoje uma parceria entre os bancos nacionais de desenvolvimento dos cinco países dos BRICS que prevê uma cooperação entre as instituições e o Novo Banco de Desenvolvimento do grupo, o NDB.

A parceria prevê que as instituições irão explorar possibilidades de cooperação na mobilização de recursos para financiamentos e para a estruturação de garantias em projetos de desenvolvimento sustentável e infraestrutura dentro ou fora do bloco, em países emergentes e em desenvolvimento.

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