Desperdício alimentar nas cantinas da Universidade de Coimbra reduzido a metade

Desperdício alimentar nas cantinas da Universidade de Coimbra reduzido a metade

 

Lusa/AO Online   Nacional   2 de Fev de 2016, 15:21

As cantinas da Universidade de Coimbra (UC) reduziram em menos de um ano o desperdício alimentar para metade, de oito para quatro toneladas, anunciou hoje a instituição.

 

Em abril de 2015, as cantinas da UC “registavam oito toneladas de resíduos alimentares” e atualmente esse desperdício é de quatro toneladas, “fruto da campanha ‘Menos é igual a mais’, realizada pelos Serviços de Ação Social (SASUC)”, afirma a UC, numa nota hoje divulgada.

Os SASUC procederam a uma nova pesagem de desperdício alimentar, “considerando todos os resíduos alimentares mantidos no prato após o final da refeição, e o resultado obtido demonstra um impacto bastante considerável no combate ao desperdício: a redução para metade”, sublinha a mesma nota.

Os resultados alcançados “superaram as expectativas” da campanha ‘Menos é igual a mais’, refere a UC, recordando que este projeto “incluiu a sensibilização da comunidade universitária e o respetivo envolvimento na partilha de sugestões/práticas a adotar neste contexto, bem como uma intensa fase de preparação/reflexão dos trabalhadores da Divisão de Alimentação dos SASUC”.

A campanha já foi distinguida com o Selo de Reconhecimento ‘PRATØ – Boas Práticas de Prevenção do Desperdício Alimentar’, atribuído pela Secretaria de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar à receita do Xiribitatatatá (folhado em forma de cesto, cujo recheio decorre de aproveitamento/sobras de pratos de carne, de peixe ou vegetariano)”.

Os SASUC também adotaram novos comportamentos na confeção das ementas, com novidades lançadas mensalmente.

O sucesso da iniciativa traduziu-se também no esforço coletivo da comunidade UC, contribuindo com sugestões de boas práticas para a diminuição do desperdício, na “adesão da comunidade universitária ao doseamento dos seus pratos, solicitando a quantidade certa às necessidades individuais e ainda no esforço dos trabalhadores dos SASUC na adoção de comportamentos mais sustentáveis”, conclui a UC.

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