Desemprego manteve-se na OCDE e desceu na zona euro em julho

Desemprego manteve-se na OCDE e desceu na zona euro em julho

 

Lusa/AO online   Economia   9 de Set de 2015, 11:15

A taxa de desemprego em julho manteve-se em 6,8% nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) e desceu para 10,9% na zona euro, anunciou a OCDE.

Segundo os dados da OCDE hoje divulgados, a taxa de desemprego harmonizada nos países membros da organização registou em julho um decréscimo acumulado de 1,3 pontos percentuais desde o 'pico' máximo verificado em janeiro de 2013.

Em relação à taxa de desemprego na zona euro, a OCDE afirma que esta desceu 0,2 pontos percentuais para 10,9% em julho e que os maiores decréscimos na zona foram os verificados em Itália (menos 0,2 pontos percentuais para 12%), Portugal (menos 0,2 pontos percentuais para 12,1% e sexto mês de declínio) e Espanha (menos 0,2 pontos percentuais para 22,2%, com decréscimos mensais quase permanentes nos últimos dois anos).

A taxa de desemprego em julho manteve-se estável no Canadá (em 6,8%), México (em 4,4%) e nos Estados Unidos (em 5,3%) e desceu 0,2 pontos percentuais na Coreia do Sul (para 3,7% e 0,1 pontos percentuais no Japão (para 3,3%).

A OCDE sublinha que dados mais recentes referentes a agosto mostram que a taxa de desemprego caiu 0,2 pontos percentuais para 5,1% nos Estados Unidos 5,1% e subiu 0,2 pontos percentuais para 7% no Canadá.

No conjunto da OCDE, 41,6 milhões de pessoas estavam desempregadas em julho, menos 7,3 milhões do que em janeiro de 2013, mas mais 7,1 milhões do que em julho de 2008, imediatamente antes do início da crise.

Em termos absolutos em julho, havia cerca de 17,5 milhões de desempregados na zona euro, 8,3 milhões nos Estados Unidos, três milhões na Turquia (o último dado disponível é de maio), 2,3 milhões no México e 2,2 milhões no Japão.

Os maiores decréscimos absolutos da taxa de desemprego em julho foram registados em Itália (menos 143.000), Espanha (menos 57.000) e Coreia do Sul (menos 43.000), precisa ainda a OCDE.

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