Segurança Social

Cortes no desemprego salvaguardam "situações sociais muito difíceis"


 

Lusa/AO online   Economia   14 de Dez de 2011, 11:53

O ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, rejeitou  responsabilidades na reforma do subsídio de desemprego, prevista no memorando assinado com a 'troika', sublinhando a determinação do Governo em “salvaguardar situações sociais muito difíceis”.
O ministro está esta semana a apresentar aos parceiros sociais uma reforma do subsídio de desemprego que corta cerca de 30 por cento, de acordo com contas feitas hoje pelo Jornal Negócios – que o ministro hoje optou por não comentar – aos encargos totais do Estado com este apoio social.

Confrontado pela Lusa sobre se o Governo teria margem de manobra para negociar com a “troika” uma proposta de reforma diferente, numa altura em que o número de desempregados inscritos nos centros de emprego em Novembro subiu 6,7 por cento face ao mesmo mês de 2010 e 2,9 por cento face a Outubro, o ministro lembrou que foi o anterior Governo que negociou o pacote de ajuda externa.

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