Cópia rara da Magna Carta inglesa vendida por 14,8 milhões de euros

Cópia rara da Magna Carta inglesa vendida  por 14,8 milhões de euros

 

Lusa/AO online   Internacional   19 de Dez de 2007, 08:58

Uma cópia raras da Magna Carta inglesa, documento jurídico do século XIII que limitava os poderes dos reis, foi vendida na terça-feira num leilão, em Nova Iorque, pela soma recorde de 21,3 milhões de dólares (14,8 milhões de euros).
      O manuscrito, datado de 1297 e com o selo de Eduardo I, foi arrematado pelo telefoneno leilão conduzido pela Sotheby's.

    Para David Redden, vice-presidente da Sotheby's, este manuscrito em pergaminho é "o documento mais importante do mundo", "o primeiro degrau na escada da liberdade" e "simboliza a busca eterna da liberdade pelo homem".

    Alguns textos fundadores do direito americano, como a declaração de independência ou a Constituição dos Estados Unidos "têm um antepassado comum, que é a Magna Carta", disse.

    A Magna Carta foi redigida em 1215 para marcar o desacordo entre os barões ingleses e o rei João a propósito dos poderes reais e reconhecida como lei em 1297.

    O documento leiloado na terça-feira é um dos 17 exemplares originais da Magna Carta e o único que podia ser posto à venda. Pertencia desde 1984 à fundação criada pelo milionário Ross Perot, antigo candidato presidencial independente, e encontrava-se exposto nos Arquivos Nacionais de Washington.

    A maior parte das outras cópias estão conservadas e arquivos, catedrais e universidades britânicas e o único outro exemplar no estrangeiro encontra-se na Austrália.

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