OE2011

Contenção impõe-se para defender "capacidade de financiamento"

Contenção impõe-se para defender "capacidade de financiamento"

 

Lusa/AO online   Economia   18 de Out de 2010, 17:56

O secretário de Estado do Tesouro classificou esta segunda-feira as medidas de contenção do Governo como “difíceis e exigentes”, que se impõem “sob pena de ser posta em causa a capacidade de financiamento da economia, dos cidadãos e das empresas”.
Medidas como redução de salários no Estado e nas empresas são medidas “que nenhum Governo gosta de tomar”, disse Carlos Costa Pina em Maputo, ao fazer para empresários portugueses e moçambicanos um balanço da situação económico-financeira de Portugal.

O responsável começou por dizer que a economia portuguesa resistiu melhor à crise internacional do que a União Europeia e que tem uma perspectiva de crescimento em 2011 de 0,2, apesar da redução do défice de 7,3 para 4,6 por cento.

Para tal desempenho contribuiu o investimento em energias renováveis e em investigação e desenvolvimento (que representa hoje 1,5 por cento do PIB), a diversificação dos mercados de exportação e “os bons resultados do sector exportador”, disse o secretário de Estado.

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