Conselho de Ilha de Santa Maria quer que governo revele "medidas concretas e significantes"

Conselho de Ilha de Santa Maria quer que governo revele "medidas concretas e significantes"

 

Lusa/AO Online   Regional   27 de Out de 2011, 12:12

O Conselho de Ilha de Santa Maria pretende que o Governo dos Açores revele que “medidas concretas e significantes” estão previstas para 2012, questionando ainda os benefícios que Santa Maria tem por ser considerada uma ‘Ilha de Coesão’.

“Quais as medidas concretas e significantes que preveem efetuar nesta ilha em 2012?”, pergunta o Conselho de Ilha, órgão que representa a sociedade civil, num memorando dirigido ao presidente do executivo regional, Carlos César, onde apresenta mais de duas dezenas de questões que pretende ver esclarecidas.

As respostas serão dadas na sexta-feira por cada um dos membros do Governo Regional na reunião do executivo com o Conselho de Ilha, no quadro da visita estatutária que o governo açoriano realiza a Santa Maria.

Neste documento, os conselheiros pretendem ainda ser esclarecidos sobre os “benefícios” de que Santa Maria tem usufruído ao nível de “investimentos públicos diferenciadores e necessários” por ser considerada uma ‘Ilha de Coesão’, designação que abrange as ilhas menos desenvolvidas do arquipélago.

O memorando, aprovado por unanimidade pelos membros do Conselho de Ilha, solicita ao executivo esclarecimentos sobre inúmeras questões, nomeadamente quando começam as obras do campo da golfe, porque não está prevista a construção do Centro de Dia para idosos em S. Pedro ou se está prevista a recuperação da Casa de Cinema do Aeroporto ou a construção de um espaço similar.

A promoção turística de Santa Maria é outra preocupação do Conselho de Ilha, que também pretende saber o investimento previsto para o Centro de Saúde e qual a política de habitação social que o executivo pretende desenvolver na ilha.

A necessidade de uma intervenção imediata no Forte de S. João Baptista, a conclusão das obras no Parque Florestal, a criação de um depósito para resíduos da construção civil e a degradação de património do Estado na ilha são outras questões que os conselheiros pretendem ver esclarecidas pelos membros do executivo regional.


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