Condenados por assaltar casas durante casamentos e funerais

Condenados por assaltar casas durante casamentos e funerais

 

Lusa/Açoriano Oriental   Nacional   6 de Fev de 2017, 16:06

O Supremo Tribunal de Justiça confirmou a condenação a penas até 11 anos de prisão de 13 arguidos acusados de assaltos a residências em vários concelhos do norte, aproveitando a ausência dos proprietários para funerais ou casamentos.

 

Em nota hoje publicada no seu site, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que “ficou provado que os arguidos se inteiravam da ausência dos moradores das habitações por ocasião de festividades locais ou acontecimentos de vida familiar anunciados, nomeadamente batizados, casamentos e funerais.

Quanto aos funerais, os arguidos consultavam as páginas de necrologia dos jornais.

O principal arguido foi condenado a 11 anos de prisão, por 19 crimes de furto qualificado, um crime de detenção de arma proibida e um crime de tráfico de armas.

Outros três arguidos foram igualmente condenados a prisão efetiva, com penas oito anos e meio, sete anos e três anos e 4 meses.

Dos restantes sete arguidos, cinco foram condenados a penas de prisão suspensas na sua execução e dois na pena de prestação de trabalho a favor da comunidade.

Estas penas foram aplicadas pelo Tribunal de Braga e depois confirmadas pelo Tribunal da Relação de Guimarães e agora pelo “Supremo”.

Os factos que motivaram as condenações sucederam de 16 de fevereiro de 2013 a 14 de outubro de 2014 e reportam-se a assaltos, essencialmente a casas de residência, levados a cabo nas localidades de Póvoa de Varzim, Vila Nova de Famalicão, Braga, Vila Praia de Âncora, Viana do Castelo, Santo Tirso, Guimarães, Vila Verde, Vizela, Monção e Barcelos.

O Ministério Público estima que tenham sido furtados bens e valores num montante superior a 326 mil euros.

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