Comissão Europeia diz que faltam competências digitais básicas aos portugueses

Comissão Europeia diz que faltam competências digitais básicas aos portugueses

 

LUSA/AO Online   Nacional   10 de Jun de 2016, 15:59

A maioria dos portugueses entre os 16 e os 74 anos tem falta de competências digitais básicas e o emprego não qualificado que mais cresceu em Portugal é o de lojista, segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia.

A taxa de portugueses com falta de competências digitais básicas (52 por cento) está 11 pontos percentuais acima da média da União Europeia (41%). A taxa de adultos entre os 30 e os 34 anos que têm um curso superior é de 31,3% em Portugal, abaixo da média da UE (38,5%), enquanto a percentagem de adultos que frequentam o ensino ao longo da vida é praticamente semelhante (10% em Portugal e 11% na UE). A mesma fonte avança que 65% das empresas portuguesas (UE 66%) financiam a formação dos seus funcionários e 38,7% (UE 40%) dizem ter dificuldades em encontrar trabalhadores com as qualificações adequadas. O emprego não qualificado que mais tem crescido em Portugal é o de lojista, seguindo-se o de operário da indústria de têxteis e a de empregada de limpeza doméstica, de escritórios ou hotéis. Os dados foram divulgados no âmbito da Agenda de Competências para a Europa, hoje adotada em Bruxelas com o objetivo de ajudar as pessoas a melhorarem as competências, aumentando a empregabilidade e a competitividade na Europa.


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