Cimeira NATO aponta mira ao Estado Islâmico sob signo da crise de refugiados


 

Lusa/AO Online   Internacional   10 de Fev de 2016, 06:18

Dois dias de reuniões de ministros da Defesa começam hoje em Bruxelas, na sede da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), com as miras apontadas ao grupo extremista Estado Islâmico, preocupados pelas suas vítimas: milhões de refugiados.

Terça-feira, o secretário-geral da NATO, o norueguês Jens Stoltenberg desejou o acordo dos 28 membros para uma maior presença da Aliança Atlântica a Leste, a fim de lidar com a ameaça de segurança em que consiste a guerra na Síria, entre outras, os milhões de refugiados por ela causados e também a atitude da Rússia, considerada prejudicial a uma solução pacífica do conflito.

"Penso que vamos levar muito a sério o pedido da Turquia e outros aliados para se ver o que a NATO poderá fazer para ajudá-los a suportar e gerir a crise e todos os desafios que enfrentam", afirmou o responsável.

A chanceler alemã Angela Merkel, em visita a Ancara (Turquia), tinha dito que ambos os países tinham pedido à NATO para vigiar a costa turca, impedindo que os exploradores (contrabandistas/traficantes) de refugiados dos conflitos do Médio Oriente continuem a lançar embarcações sobrelotadas em direção à Grécia, com destino à Europa central do norte.

O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, será um dos pares reunidos na capital belga, numa série de encontros que culminará com a primeira reunião da coligação internacional que combate o grupo extremista Estado Islâmico (EI), convocada pelo secretário de Estado da Defesa norte-americano, Ash Carter.


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