Centros de saúde com plataforma eletrónica para consulta de ecocardiogramas

Centros de saúde com plataforma eletrónica para consulta de ecocardiogramas

 

Lusa/AO online   Regional   19 de Mai de 2016, 12:36

O presidente do Governo dos Açores anunciou que os 18 centros de saúde do arquipélago estão dotados de uma plataforma eletrónica onde os ecocardiogramas são guardados e podem ser consultados por qualquer médico do Serviço Regional de Saúde.

 

“O que realça aqui é o enorme ganho para os utentes do Serviço Regional de Saúde”, afirmou Vasco Cordeiro, no centro de saúde da Madalena, no Pico, ilha onde hoje o executivo açoriano continua uma visita estatutária.

Para o presidente do Governo Regional, este investimento, na ordem dos 32 mil euros, representa uma “grande vantagem, não apenas na rapidez de análise dos exames”, como ao nível da comodidade, evitando a deslocação de utentes a unidades hospitalares para uma consulta da especialidade.

Segundo Vasco Cordeiro, o equipamento está, ainda, disponível no hospital da Horta, ilha do Faial, prevendo-se que dentro de dois meses também os hospitais de Ponta Delgada, em São Miguel, e Angra do Heroísmo, na Terceira, estejam dotados com esta plataforma.

De acordo com informação da Secretaria Regional de Saúde, esta plataforma centralizada de eletrocardiografia “permite a recolha e armazenamento de eletrocardiogramas” em qualquer unidade de saúde de ilha ou hospital do arquipélago, podendo ser consultada por médicos do serviço público de saúde.

Por outro lado, é “uma ferramenta de apoio a consultas urgentes de Cardiologia”, disponibilizando de imediato o resultado, mas também serve de apoio a consultas realizadas por telemedicina.

Além de armazenar “todos os exames realizados”, evita “duplicações ou perda de informação clínica”.

O Governo dos Açores começou na quarta-feira a visita estatutária ao Pico, a segunda maior ilha do arquipélago e onde se situa o ponto mais alto de Portugal, com 2.351 metros de altitude.

A deslocação ao Pico, a última desta legislatura, cumpre o Estatuto Político-Administrativo da região, segundo o qual o executivo regional deve visitar cada uma das ilhas do arquipélago pelo menos uma vez por ano e que o Conselho do Governo se reúna na ilha visitada.

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