Centro especializado disponibiliza material adaptado às necessidades de pessoas com deficiências


 

Lusa/AO Online   Regional   21 de Out de 2011, 08:32

A Associação Seara do Trigo, em Ponta Delgada, Açores, inaugurou uma estrutura especializada que vai disponibilizar produtos adaptados às necessidades de jovens com deficiências, como computadores, aconselhando as famílias na aquisição destes materiais.

O Centro de Recursos de Avaliação e Intervenção em Produtos de Apoio e Acessibilidades resulta de uma parceria ao abrigo do Programa de Cooperação Transnacional Madeira-Açores-Canárias e destina-se a pessoas com necessidades especiais de acessibilidades, cuidadores ou famílias, estudantes e profissionais das áreas da saúde, educação, trabalho e reabilitação.

Este centro especializado, além de desenvolver sistemas de avaliação de necessidades, pode também prestar serviços de consultadoria e de empréstimo de produtos, além de ministrar programas de formação especializados.

O Instituto para o Desenvolvimento Social dos Açores vai garantir a coordenação técnica e o funcionamento desta estrutura através do financiamento do programa Madeira-Açores-Canárias.

José Neves, vice-presidente da Seara do Trigo, revelou que este espaço "vai servir os 70 jovens que a instituição apoia, mas também outros jovens que se possam deslocar ao centro", acrescentando que ali podem ser encontrados “instrumentos adaptados às suas necessidades especiais”, como computadores ou máquinas calculadoras.

No total, até meados do próximo ano, o novo centro especializado espera pode disponibilizar "mais de 100 produtos" adaptados às necessidades das pessoas com deficiência.

Na cerimónia de inauguração, a presidente do Instituto para o Desenvolvimento Social dos Açores, Paula Ramos, salientou que este centro "permitirá a avaliação das situações que são colocadas por instituições ou particulares, no sentido de aconselhar os produtos que devem ser utilizados em cada situação", além de permitir o "empréstimo para instituições ou agregados familiares".

"Compete à Segurança Social e a todas as instituições parceiras dar continuidade a este processo, numa tentativa de ampliar esta resposta, que servirá como um banco de ajudas técnicas para particulares ou instituições", afirmou.


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