CDS-PP/Açores exige solução para a biblioteca de Angra do Heroísmo

CDS-PP/Açores exige solução para a biblioteca de Angra do Heroísmo

 

Lusa/AO online   Regional   4 de Dez de 2012, 14:22

O CDS-PP/Açores anunciou esta terça-feira que vai entregar um requerimento na assembleia legislativa questionando o novo Governo Regional sobre a construção da Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo, obra que está parada.

Os centristas querem saber o que fará o novo secretário regional da Educação, Ciência e Cultura, Luiz Fagundes Duarte, que criticou publicamente o projeto antes de ocupar o cargo.

“O senhor secretário tem a obrigação de esclarecer o que pretende fazer com o mamarracho que tem entre mãos e se encontrará, nos quatro anos previstos para o seu mandato, a solução final de um processo que tem mais de 16 anos”, frisou, em declarações aos jornalistas junto à construção da nova biblioteca, Nuno Melo Alves, deputado regional do CDS-PP.

O CDS contesta o projeto e a localização do edifício, pedindo ao novo secretário regional que aproveite que a obra está “parada desde fevereiro deste ano por insolvência do construtor” para corrigir os “erros” do anterior executivo.

“Se esta obra é para ficar parada nesta situação de impasse durante cinco anos, de repente mais vale a pena equacionar tudo de novo”, considerou Nuno Melo Alves, lembrando que, quando foi diretor regional da Cultura (entre 1996 e 1999), Luiz Fagundes Duarte “chegou a adquirir terrenos” para a construção da nova biblioteca noutro sítio.

O deputado do CDS realçou que “só será tarde demais” para corrigir o problema “no dia em que for defetivamente instalada a Biblioteca e Arquivo Público” no local, admitindo mesmo a possibilidade de o edifício em construção ser demolido.

“O governo não quis ouvir e atender às sugestões em tempo útil, quando foram dadas. Agora o que queremos saber é como é que o governo vai resolver este problema, se vai deixar as coisas como estão, se vai fazer alguma correção que seja possível, se vai tentar diminuir ou mitigar este impacto negativo visual e estético na própria cidade”, salientou.


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