CDS diz que indigitar quem venceu o ato normal, optar por quem perdeu seria estranho


 

Lusa/AO Online   Nacional   22 de Out de 2015, 20:48

O vice-presidente do CDS-PP Nuno Melo considerou hoje que "indigitar quem venceu o um ato normal em democracia e optar por quem perdeu o que seria estranho", realçando que a responsabilidade dos agora dos deputados.

 

Na reação ao discurso do Presidente da República, que hoje indigitou o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, para o cargo de primeiro-ministro, Nuno Melo considerou que este foi um dos discursos mais "importantes, claros e corajosos" de todos os mandatos de Cavaco Silva, afirmando que "indigitar quem venceu é um ato normal em democracia" e "optar por quem perdeu é que seria estranho".

Segundo o centrista - que recordou que Cavaco Silva fez aquilo que todos os Presidentes da República fizeram nos últimos 40 anos - a decisão e a responsabilidade cabe agora aos deputados, sendo de esperar que os parlamentares façam o que tenha que ser feito, escusando-se a antecipar cenários.

 


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