Câmara de Vila Franca do Campo aprova orçamento superior a 9 ME

Câmara de Vila Franca do Campo aprova orçamento superior a 9 ME

 

Lusa/AO online   Regional   28 de Nov de 2017, 14:11

A Câmara de Vila Franca do Campo, nos Açores, aprovou hoje por maioria o orçamento para 2018, que ultrapassa os nove milhões de euros, valor que corresponde "à média dos últimos anos", adiantou o presidente do município.


“Foi hoje aprovado em reunião de câmara, com os votos favoráveis do executivo socialista e a abstenção do PSD. O documento ultrapassa os nove milhões de euros. Temos uma responsabilidade que vem do passado muito forte e que condiciona naturalmente todo o orçamento”, afirmou o presidente da autarquia, Ricardo Rodrigues, reeleito em outubro, em declarações à agência Lusa.

Neste sentido, o presidente daquele município da ilha de São Miguel lembrou "os compromissos que o orçamento tem", nomeadamente "os 2,3 milhões de euros para capital e juros da dívida que foi contratualizada" a que acresce "2,5 milhões de euros para salários".

Por outro lado, o autarca referiu ainda que é possível realizar investimentos que rondam os dois milhões de euros por via de montante transferido ao abrigo de fundos comunitários.

"Temos em fundos comunitários ainda a possibilidade de executar nas transferências de capital que recebemos, de cerca de 400 mil euros, e com este montante conseguirmos fazer investimentos que rondam os dois milhões de euros", explicou.

Ricardo Rodrigues destacou como principais investimentos para o próximo ano as requalificações do parque de lazer da Mãe de Deus, onde se inclui o campo de jogos, da avenida Vasco da Silveira e a conclusão da Capela da Luz Eterna, em Ponta Garça.

O presidente da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo sublinhou ainda que o documento inclui também a criação de um roteiro das olarias na zona centro de Vila Franca do Campo e ainda a requalificação do campo de apoio a juventude e desporto.

O orçamento para 2018 mantêm os apoios social, com um fundo especial para atender a famílias com mais problemas financeiros, à habitação degradada e ajudas "pontuais e urgentes" na área da saúde, segundo Ricardo Rodrigues.

"Candidatamos ainda a fundos comunitários parte da modernização administrativa que prevê a criação de sinalética", adiantou o autarca, explicando que será disponibilizada informação, através da aplicação de telemóveis, sobre os imóveis mais importantes do concelho.

Esta informação estará disponível em três línguas: português, inglês e francês, indicou.


Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
 
Termos e Condições de Uso.