Blake Aldridge quer um lugar no pódio nos Açores

Blake Aldridge quer um lugar no pódio nos Açores

 

Arthur Melo   Outras modalidades   6 de Jul de 2017, 00:35

Blake Aldridge falou em exclusivo ao Açoriano Oriental sobre a segunda etapa do Red Bull Cliff Diving que se realiza sábado e domino no ilhéu de Vila Franca do Campo

Motivado pelo segundo lugar obtido há duas semanas em Inis Mór, na Irlanda, Blake Aldridge chega â segunda etapa do Red Bull Cliff Diving bastante moralizado e determinado em conseguir um lugar de destaque na prova açoriana.

Espero poder realizar uma prova bastante consistente e realizar os meus saltos sem qualquer tipo de pressão, esperando conseguir o meu primeiro pódio nos Açores”, referiu o atleta britânico em entrevista exclusiva ao Açoriano Oriental.

De facto, em cinco participações na prova que se disputa no ilhéu de Vila Franca do Campo, Aldridge apenas por uma ocasião ficou às portas do pódio, quando conseguiu um quarto lugar em 2014. Nas restantes presenças conseguiu dois sextos lugares (2012 e 2015) e dois sétimos (2013 e 2016).

Finalista dos Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim e antigo campeão mundial de saltos para a água juntamente com o seu parceiro de salto sincronizado Tom Daley, o atleta natural de Londres confessa que “gosto do local conde habitualmente saltamos nos Açores” mas que, ao mesmo tempo, é a etapa mais exigente do circuito, devido ao facto dos atletas terem de saltar diretamente das rochas.

Saltar a partir dos penhascos é a principal diferença em relação aos outros locais porque no momento em que te lanças tens de dar um impulso maior para que o salto ocorra o mais loge possível das rochas. Além disso, a entrada na água é bastante mais difícil e por vezes desconfortável”, sublinha Blake Aldridge que, recorde-se, em 2014 teve de ser assistido medicamente depois de uma onda lhe ter batido, com alguma violência, no peito no momento da entrada.

Ainda assim, o britânico de 34 anos gosta do “desafio que os Açores colocam”, mais não seja por um local onde pode fazer um dos seus habituais passatempos: pescar.

Já apanhei nos Açores, com o Gary Hunt, uns belos peixes. Aliás, não me esqueço do final de tarde em que fizemos uma pequena fogueira, mesmo ali junto ao hotel onde estávamos instalados, apreciando o maravilhoso por do sol depois de uma boa pescaria”, recordou Blake Aldridge, atleta que em 2016 terminou o Red Bull Cliff Diving World Series em décimo.

 

 

Leia ainda as entrevistas exclusivas a Orlando Duque e Cesilie Carlton na edição impressa do jornal Açoriano Oriental de quinta-feira, 6 de julho de 2017


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