Campanha Eleitoral

Berta Cabral diz que votar no PSD é votar em quem salvou Portugal

Berta Cabral diz que votar no PSD é votar em quem salvou Portugal

 

Lusa/AO Online   Regional   24 de Set de 2015, 06:13

A cabeça de lista social-democrata às legislativas pelos Açores, Berta Cabral, disse no primeiro jantar-comício da candidatura, que votar no PSD é "votar em quem salvou o país", sublinhando que foi o PS a chamar a "troika".

 

Perante várias dezenas de apoiantes com bandeiras do partido e dos Açores, em São Vicente Ferreira, no concelho de Ponta Delgada, Berta Cabral apontou vários indicadores de crescimento económico para considerar que a recuperação do país “não é obra do acaso”, mas um trabalho de coragem e firmeza, da responsabilidade de “quem não se desvia um centímetro do rumo que traçou”.

“Votar no PSD é votar em Pedro Passos Coelho, é votar na continuação do nosso primeiro-ministro, que bem merece, por todo o trabalho que teve para recuperar o nosso país”, afirmou.

Berta Cabral, que é também secretária de Estado da Defesa Nacional, realçou que, ao chegar ao Governo, Passos Coelho encontrou o país numa situação insustentável, sem dinheiro para pagar salários e pensões, mas conseguiu iniciar uma recuperação que fez com que não fosse preciso um segundo resgate, como a oposição previa, mesmo depois de os socialistas terem “enterrado” o país.

“Para que não haja dúvidas, vou aqui afirmar bem alto e a bom som: quem chamou a ‘troika’ foi o Partido Socialista do anterior primeiro-ministro de Portugal, o engenheiro José Sócrates”, sublinhou.

Por isso, segundo a social-democrata, votar em António Costa é entrar em aventuras, já que o secretário-geral do PS “não está preparado” para ser primeiro-ministro.

No caso dos Açores, Berta Cabral lembrou que foi sob o Governo de Passos Coelho que o espaço aéreo da região foi aberto e que houve uma redução de impostos, depois de o memorando com a ‘troika’ (Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia) ter eliminado o diferencial fiscal do arquipélago em relação ao continente ao nível de IRS, IRC e IVA.

O primeiro-ministro, acrescentou, também se “comprometeu a defender em Bruxelas” os agricultores açorianos, que atualmente enfrentam uma grave crise, sobretudo no setor leiteiro.

Recordando uma das prioridades apontadas no manifesto da sua candidatura, apresentado na semana passada, a social-democrata, que já foi presidente da Câmara de Ponta Delgada, prometeu uma grande proximidade com os cidadãos: “Queremos ouvir, dar-vos os nossos ‘e-mails’, os nossos telemóveis, para nos contactarem sempre que for preciso, para na Assembleia da República termos a nossa voz”.

As eleições legislativas realizam-se a 04 de outubro.


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