Barack Obama pede à populção para não ceder à histeria ou ao medo

Barack Obama pede à populção para não ceder à histeria ou ao medo

 

Lusa/AO online   Internacional   18 de Out de 2014, 15:39

O presidente norte-americano, Barack Obama, pediu à população para não ceder à "histeria ou ao medo" por causa do vírus Ébola, enquanto as Nações Unidas defendem uma maior resposta ao apelo feito para o financiamento.

 

Com mais de 4.500 vítimas mortais, a crise provocada pelo vírus tem atingido sobretudo a Guiné-Conacri, Libéria e Serra Leoa.

Obama considerou que se está a enfrentar uma “doença grave”, mas que “não se pode ceder à histeria ou ao medo, porque isso só torna mais difícil transmitir às pessoas as informações necessárias”.

“Temos de ser guiados pela ciência”, comentou o presidente norte-americano, no seu discurso semanal ao país, que tem enfrentado falsos alarmes, incluindo no Pentágono, onde uma entrada foi fechada após uma mulher ter vomitado num estacionamento.

Mais tarde foi divulgado que não havia provas de contágio da mulher.

A posição de Obama surge um dia depois do diretor do Banco Mundial ter avisado que a batalha contra a doença estava a ser perdida.

Segundo Jim Yong Kim, não se está a vencer a batalha devido à falta de solidariedade internacional nos esforços para parar a epidemia, já que alguns países apenas estão preocupados com as suas fronteiras.

Entretanto, um porta-voz das Nações Unidas, Jens Laerke, indicou que o dinheiro para combater a crise tem chegado diariamente, na sequência do apelo feito há um mês para reunir um bilião de dólares (cerca de 08 milhões de euros).

Nas contas reveladas hoje, o responsável indicou que vários governos e agências deram 386 milhões de dólares (302 milhões de dólares), estando aproximadamente 226 milhões de dólares (177 milhões de dólares) prometidos.

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