Alunos do 9.º ano nos Açores conseguem positiva a Português e pioram a Matemática

Alunos do 9.º ano nos Açores conseguem positiva a Português e pioram a Matemática

 

LUSA/AO online   Regional   9 de Jul de 2015, 15:30

A média das provas finais de Português do 9.º ano realizadas nos Açores subiu em 2015 e foi pela primeira vez positiva, mas a Matemática caiu para os 37,3%

Segundo os dados revelados hoje pelo Governo Regional dos Açores, os resultados destas provas no arquipélago continuam, por outro lado, a ser inferiores à média nacional.

Assim, a média da prova do 9.º ano de Português nos Açores foi 52,6%, acima dos 48% de 2014 e abaixo da média nacional (58%).

Quanto a Matemática, a média nos Açores foi de 37,3%, menos do que os 41,48% de 2014 e da média nacional deste ano (48%).

Citado num comunicado do Governo dos Açores, o secretário regional da Educação, Avelino Meneses, afirma que as notas nos Açores seguem a tendência nacional e destaca que, apesar de não serem os resultados "desejados", houve “uma pequena grande vitória”.

“À semelhança do ocorrido com o 1.º e 2.º ciclos, no 3.º ciclo os Açores também registam uma pequena grande vitória. Desde a nossa adesão aos exames nacionais, em 2012, nunca tínhamos alcançado uma média positiva. Aconteceu desta vez, com 53% em Português”, diz Avelino Meneses.

No mesmo comunicado, Avelino Meneses lembra, depois de sublinhar que os resultados estão aquém do desejado, que os Açores, “a partir do próximo ano letivo" vão implementar o ProSucesso, "um programa de promoção do sucesso escolar”.

A nível nacional, os alunos do 9.º ano registaram este ano uma média a Matemática de 48%, voltando a resultados negativos depois de, em 2014, terem conseguido uma positiva de 53%, adiantam os resultados das provas finais hoje divulgados pela tutela.

A Português, a média nacional este ano foi de 58%, ligeiramente melhor que os 56% registados em 2014.

“O Ministério da Educação e Ciência salienta que estes resultados mostram ainda a existência de uma percentagem elevada de alunos com dificuldades significativas nestas disciplinas estruturantes, o que vem confirmar a necessidade de as escolas identificarem cada vez mais cedo essas dificuldades nos primeiros anos do ensino básico, aplicando as medidas de apoio definidas e implementadas pelas escolas desde 2012”, refere o gabinete do ministro Nuno Crato em comunicado.


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